• A Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia foi criada em Junho de 1968 pelo pioneirismo do Dr. Lecy Ferreira Mattos, o qual chegou a Ponta Grossa em janeiro de 1967 e foi o primeiro ortopedista em nossa região. <a id='lnk_slide1'>>> ver mais</a>
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SERVIÇOS
Em anexo a Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia está localizada a Clínica Pontagrossense de Fisioterapia. Composta por profissionais de grande experiência no setor e equipada com todos os recursos necessários >> ver mais

NOTÍCIAS
Tratamento inovador por ondas de Choque - Terapia por ondas de choque é uma nova modalidade de tratamento para os pacientes com problemas musculoesqueléticos. Não se trata de um choque elétrico, mas sim de um impacto mecânico. >> ver mais
HORÁRIO DE ATENDIMENTO Segunda a sexta- feira das 8h às 21h
Sábados e feriados das 8h às 12h e 13h às 21h
Domingos das 9h às 12h e 13h às 21h
HISTÓRICO

A Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia foi criada em Junho de 1968 pelo pioneirismo do Dr. Lecy Ferreira Mattos, o qual chegou a Ponta Grossa em janeiro de 1967 e foi o primeiro ortopedista em nossa região.

No ano de 1968, Dr. Lecy Ferreira Mattos trouxe de São Paulo o seu colega Dr. Silas Sallem e assim nasceu a Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia, a primeira clínica na especialidade de ortopedia do interior do Paraná.

A partir daí outros Ortopedistas juntaram-se à equipe, trazendo novos conceitos e novas especialidades na área de Ortopedia e Traumatologia.

Hoje a Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia conta com um corpo clínico de profissionais altamente qualificados com formação nos melhores centros ortopédicos do Brasil e do exterior.

Dr. Luiz Jacintho Siqueira

Formado em 1970 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Clínicas da UFPR em 1971 e 1972. Atua em Ponta Grossa desde 1973. Especialização em Artroscopia no instituto COHEN em 1991 e na Miami University em 1997. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho e Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE). Membro titular da Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação e Especialista em Fisiatria. Membro da Sociedade de Terapia por Ondas de Choque (SBTOC). Membro da International Society of Arroscopy Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS). Membro da Sociedad Latino Americana de Artroscopia Rodilla Y Deporte (SLARD). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Dr. Francisco Henrique Caldeira

Formado em 1984 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Clínicas da UFPR em 1985, 1986 e 1987. Atua em Ponta Grossa desde 1988. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Especialização em Cirurgia da coluna vertebral no Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo em 1989. Membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Dr. Carlos Cézar Wozniaki

Formado em 1985 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Clínicas da UFPR em 1986, 1987 e 1988. Atua em Ponta Grossa desde 1989. Especialização em Cirurgia do Quadril no Hospital São Camilo de São Paulo em 1989. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Quadril (SBCQ). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Dr. Claudio Mattos

Formado em 1998 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital de Fraturas da XV e no Hospital Infantil do Pequeno Príncipe, em Curitiba, em 1999, 2000 e 2001. Especialização em cirurgia da coluna vertebral no Hospital da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo em 2002. Atua em Ponta Grossa desde 2003. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Dr. Guilherme K. Siqueira

Formado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 2000. Residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Novo Mundo, Curitiba - PR, de 2001 a 2003. Especialização em Artroscopia e Cirurgia do Joelho no Instituto Cohen, São Paulo - SP, durante ano de 2004. Atua em Ponta Grossa desde 2005. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE). Membro da Sociedade de Terapia por Ondas de Choque (SBTOC). Membro da International Society of Arroscopy Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS). Membro da Sociedad Latino americana de Artroscopia Rodilla Y Deporte (SLARD). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Dr. Marcos Paulo Gomes Baggio

Formado pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná - FEMPAR, Curitiba - PR, em 1997. Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Municipal Antonio Giglio, Osasco - SP, de 1999 a 2001. Especialização em Cirurgia de Mão no Hospital XV Clínica de Fraturas e Ortopedia, de 2002 a 2003. Atua em Ponta Grossa desde 2003. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Dr. Pedro Moyses S. Jacintho

Formado pela Universidade Severino Sombra – Vassouras – RJ. Residência médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital e Maternidade Angelina Caron, Curitiba – PR. (conclusão 2004). Atende em Ponta Grossa desde 2008. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE). Membro da Internacional Society of Arroscopy Knee Surgery and Orthopedic Sports Medicine (ISAKOS). Membro da Sociedad Latino Americana de Artroscopia Rodilla Y Deporte (SLARD). Atende aos Hospitais: Santa Casa, Bom Jesus e Hospital Geral Unimed.

Dr. Dante L. Gubert Jr.

Formado pela Universidade José do Rosário Vellano, Alfenas – SP. Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Mario Gatti, Campinas – SP, de 01/02/2003 à 31/01/2006. Atua em Ponta Grossa desde 2010. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé. Membro da Sociedade de Terapia por Ondas de Choque. Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Dr. Jociel José Solieri

Formado pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná, Curitiba – Pr. em 1997. Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia de 1998 a 2001 no Hospital Universitário Evangélico de Curitiba. Especialização em Cirurgia da Mão no Hospital XV – Curitiba durante o ano de 2002. Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Atua em Ponta Grossa desde 2012 Atende aos Hospitais: Bom Jesus, Santa Casa e Hospital Geral Unimed.

Marisa Tabisz

Gerente administrativa

SERVIÇOS
CONVÊNIOS
  • Águia Sistemas, Florestal e Química
  • Asspp / App
  • Assefaz
  • Bradesco
  • Buturi
  • Centauro
  • Consaúde
  • Copel
  • Correios
  • Funcef
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  • Instituição Adventista
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  • Saúde
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  • Unimed
Clínica Pontagrossense de Fisioterapia

Em anexo a Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia está localizada a Clínica Pontagrossense de Fisioterapia.

Composta por profissionais de grande experiência no setor e equipada com todos os recursos necessários para que o paciente tenha uma pronta recuperação.

Os serviços de Fisioterapia são terceirizados, porém oferecidos no complexo da Clínica pensando no bem estar do paciente.



Atendimento de urgência e emergência

O atendimento é realizado por uma equipe multidisciplinar com médico ortopedista, técnicos em enfermagem, técnicos em radiologia entre outros profissionais.

Horário de atendimento

Segunda a sexta- feira das 8h às 21h
Sábados e feriados das 8h às 12h e 13h às 21h.
Domingos das 9h às 12h e 13h às 21h

Procedimentos ambulatoriais

Os procedimentos ambulatoriais são prestados por médicos no próprio ambulatório da Clínica, incluindo a realização de curativos, pequenas cirurgias, atendimento pós- trauma, enfim procedimentos que não exijam pernoite do paciente e estrutura mais complexa.

A Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia disponibiliza estes serviços e hoje conta com salas para curativos, sala para pequenas cirurgias e sala específica para colocação e retirada de gesso, além de todos os profissionais necessários para a prestação destes serviços com máxima qualidade.



Atendimento eletivo nos consultórios

Consultas agendadas previamente com seus especialistas.

Radiologia Digital

A Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia com a preocupação de trazer sempre inovação aos seus serviços investiu em Radiologia Digital.

Com o avanço tecnológico dos aparelhos de Raio X, assim como dos filmes e ecrans fluorescentes, reduziu-se expressivamente a dose de radiação, o que tornou estes exames inofensivos à saúde, desde que realizados por profissionais devidamente habilitados dentro de padrões pré-estabelecidos.

Nossos exames de radiologia são todos realizados na forma digital.



Terapia por ondas de choque

A Terapia por ondas de choque é uma nova modalidade de tratamento para os pacientes com problemas musculoesqueléticos. Não se trata de um choque elétrico, mas sim de um impacto mecânico.

O tratamento é baseado no uso de um aparelho que emite ondas sobre o tecido lesionado, estimulando uma nova circulação local e liberação de substâncias anti-inflamatórias locais, levando a uma progressiva cura natural do processo inflamatório-degenerativo.

As ondas apenas atuam em tecidos lesionados e não causam nada em tecidos normais.

Quando utilizamos baixa energia produzimos alívio da dor e relaxamento muscular, quando se utiliza média energia ocorre a reparação tecidual e com alta energia pode ocorrer a estimulação óssea.

A Terapia Por Ondas de Choque é indicada para pacientes com doenças crônicas, que já recorreram a métodos tradicionais, como medicação e fisioterapia, sem sucesso. O índice de eficácia atinge até 85% dos pacientes que utilizaram o tratamento extracorpóreo.

A nova terapia é indicada para as seguintes lesões ortopédicas:

  • Tendinite Calcárea de ombro
  • Epicondilite de cotovelo
  • Fascite plantar com ou sem esporão de calcâneo
  • Tendinite posterior do calcâneo
  • Bursite trocantérica
  • Tendinite patelar
  • Retardo de consolidação de fraturas
  • Pseudoartroses (não união óssea)

A terapia de ondas de choque também tem sido utilizada para o tratamento de úlceras e feridas de difícil cicatrização.

Por se tratar de um tratamento não invasivo, o tempo de recuperação é mínimo e somente a área focada receberá a ação das Ondas de Choque.

O Tratamento por Ondas de Choque não provoca nenhuma reação adversa e pode ser administrada mais de uma vez se necessário.

http://www.sbtoc.org.br

Especialidades

A Clínica Pontagrossense de Fraturas e Ortopedia presta atendimento nas mais diversas áreas de atuação da Ortopedia, como:

  • Cirurgia Artroscópica
  • Patologias da Coluna
  • Patologias da Mão
  • Patologias do Joelho
  • Patologias do Ombro e Cotovelo
  • Patologias do Pé e Tornozelo
  • Patologias do Quadril
  • Traumatologia
Patologias

Epicondilite lateral

O que é: uma inflamação ou desgaste dos tendões do cotovelo causando dor e dificuldade de levantar objetos com o punho.

Tratamento: fisioterapia, repouso, alongamentos e antiinflamatórios resolvem a maioria dos casos. Nos casos crônicos e sem melhora com tratamento convencional pode ser indicada a terapia por ondas de choque e a cirurgia como ultima possibilidade de tratamento.

 

Capsulite adesiva

Também conhecida como ombro congelado , trata-se de um processo inflamatório da cápsula articular do ombro de origem ainda desconhecida. É mais comum em mulheres na quarta e quinta décadas de vida. A doença é descrita como tendo três fases. A primeira fase inicia com um processo cicatricial na cápsula articular que se manifesta com dor importante no ombro e limitação progressiva dos movimentos. A segunda fase é caracterizada pela fibrose da cápula. Os movimentos do ombro tornam-se bastante limitados e a dor diminui em certo grau. Na terceira fase os movimentos começam a retornar ao normal e a dor vai desaparecendo naturalmente. Esta evolução em tr6es fases pode durar até dois anos.

Tratamento: a fisioterapia associada aos bloqueios anestésicos, é um excelente método de tratamento, podendo resolver mais de 90% dos casos. Quando não existe resolução após os tratamentos conservadores a liberação da cápsula por vídeo artroscopia é uma boa opção.

 

Luxação do Ombro

A luxação do ombro ou luxação glenoumeral é uma lesão grave.

Na luxação há uma perda da continuidade articular com impotência funcional e uma dor enorme.

O tipo de luxação mais comum é o traumático, podendo ocorrer em um movimento brusco de rotação externa do ombro ou na queda.

Nessa luxação há ruptura do lábio inferior da glenóide (lesão de Bankart), diminuindo a cobertura da articulação e criando um ponto de fragilidade, que no movimento de rotação externa é forçado e ocorre a perda da continuidade da articulação.

Há várias técnicas para recolocar no lugar a articulação. Essas técnicas devem ser feitas apenas por profissionais habilitados pois há o perigo de interposição de nervos e vasos ou até mesmo de fratura do úmero durante uma manobra feita de forma errada, portanto se não houver esse profissional no local a melhor escolha é levar o paciente a um hospital.

Em pessoas de menos de 20 anos que tenham luxado o ombro por esse mecanismo há aproximadamente 90% de chance de reluxação. Se ocorre um segundo episódio, mesmo em idades mais elevadas, há aproximadamente 100% de chance de reluxação.

Por essa razão, se ocorre a segunda luxação nós indicamos cirurgia, fato que diminui a possibilidade de reluxação para menos de 5%.

Quanto maior o numero de luxações, maior será o tamanho, a gravidade e a dificuldade do tratamento das lesões.

Com o tempo e o aumento da gravidade das lesões a restrição das atividades diárias chega ao ponto de não se poder pegar um objeto no banco de trás do carro ou puxar o cinto de segurança.

O tratamento deve ser orientado por um médico habilitado em cirurgia de ombro e cotovelo preferencialmente por via artroscópica, já que com essa técnica há mínima invasão e mínima lesão, promovendo assim o retorno precoce às atividades.

 

Síndrome do manguito rotador

O que é: ocorre o pinçamento dos tendões do manguito rotador (tendões internos do ombro) contra o arco acromial, causando um desgaste destes tendões podendo levar a ruptura.

Tratamento: quando não existe a ruptura destes tendões, o tratamento com antiinflamatórios, fisioterapia ou infiltração geralmente é resolutivo. Quando ocorre a ruptura dos tendões, geralmente existe a necessidade de correção com cirurgia. Atualmente, a técnica de cirurgia por vídeo é uma excelente opção para realizar a reparação destes tendões, proporcionando resultados bastante satisfatórios.

 

Fratura e Pseudoartrose da Clavícula

A fratura da clavícula ocorre por trauma direto ou indireto através de trauma do membro superior.

Originalmente esse osso auxilia a estabilização do ombro e serve como proteção para as estruturas nobres do plexo braquial como artérie e nervos. Devido à proximidade dessas estruturas muitas vezes a fratura da clavícula sem redução(correção) adequada pode causar compressão do plexo ou síndrome do desfiladeiro torácico.

O tratamento conservador deve usar imobilização em 8 associada ou não a tipóia.

Caso haja grande desvio inferior de um dos fragmentos colocando em risco o plexo, possibilidade de perfuração da pele pela ascensão de um dos fragmentos ou grande desvio sem capacidade de consolidação a cirurgia pode estar indicada.

A clavícula tende mais a evoluir com pseudoartrose que as fraturas de outros ossos.

A fixação ideal usa placas específicas de baixo perfil e em que os parafusos fixam na placa.

A pseudoartrose em geral utiliza enxerto do ilíaco para auxiliar a fixação.

Em casos de pseudoartrose dolorosa ou com sintomas neurológicos a cirurgia também está indicada.

 

Tendinite Calcárea do Ombro

A tendinite calcárea é uma causa comum de dor no ombro tanto do atleta como do sedentário. Sua origem é ainda não compreendida e mas em geral é uma patologia autolimitada. A dor pode ocorrer por 2 mecanismos: o químico,que ocorre principalmente na fase de reabsorção da calcificação, e o impacto do acrômio no aparelho burso-tendíneo do ombro com aumento de área devido à presença da calcificação.

O desbalanço muscular e a diminuição do espaço dentro do ombro devido à tendinite calcárea são as causas mecânicas da síndrome dolorosa dessa patologia.

A dor no ombro à elevação passiva ou ativa é a manifestação mais comum.

Os exames de Raios X, ultrassonografia e ressonância magnética mostram são indicados para a quantificação e acompanhamento da lesão.

O tratamento é na maior parte dos casos conservador com antiinflamatórios não hormonais, infiltrações(nunca mais que 3 ou 4 de acordo com os padrões atuais adotados) e reabilitação com reabilitação. Em sua falha orientamos o tratamentocom terapia por ondas de choque e como ultima opção o tratamento cirúrgico por artroscopia.

Para a prevenção insira exercícios para o fortalecimento dos músculos do manguito, peitoral e grande dorsal em suas séries com orientação de profissionais capacitados.

 

Lesão SLAP do Ombro

A lesão tipo SLAP é comum em atletas e subdiagnosticada.

Essa lesão muitas vezes é representada por aquela dor crônica no ombro que não melhora com fisioterapia e que aparece apenas em algumas posições específicas. Um exemplo é quando fazemos pulley ou o supino, principalmente o inclinado. A dor não é incapacitante, a não ser em atletas arremessadores.

Em lutadores pode causar aquela dor constante no ombro durante a luta ou nos exercícios específicos já citados.

A causa dessa dor é o arrancamento de parte da origem da cabeça longa do músculo bíceps (que tem seu início no ombro) junto ao labrum superior da cavidade glenóide.

Muitas vezes esse arrancamento ocorre com lesão parcial do tendão do bíceps, o que piora os sintomas de dor.

A artroressonância é o exame de escolha, é uma ressonância magnética com contraste injetado no ombro, nesse exame é possível fazer o diagnóstico preciso na maior parte das vezes.

O uso de remédios pode aliviar a dor, e infelizmente a fisioterapia não apresenta bons resultados.

Nossa única proposta para essa patologia é a cirurgia que reinsere por artroscopia a porção arrancada no osso, reestabelecendo a anatomia normal.

Fonte das imagens: Google Images

Tratamento inovador por ondas de Choque

A Terapia por ondas de choque é uma nova modalidade de tratamento para os pacientes com problemas musculoesqueléticos. Não se trata de um choque elétrico, mas sim de um impacto mecânico.

O tratamento é baseado no uso de um aparelho que emite ondas sobre o tecido lesionado, estimulando uma nova circulação local e liberação de substâncias anti-inflamatórias locais, levando a uma progressiva cura natural do processo inflamatório-degenerativo.

As ondas apenas atuam em tecidos lesionados e não causam nada em tecidos normais.

Quando utilizamos baixa energia produzimos alívio da dor e relaxamento muscular, quando se utiliza média energia ocorre a reparação tecidual e com alta energia pode ocorrer a estimulação óssea.

A Terapia Por Ondas de Choque é indicada para pacientes com doenças crônicas, que já recorreram a métodos tradicionais, como medicação e fisioterapia, sem sucesso. O índice de eficácia atinge até 85% dos pacientes que utilizaram o tratamento extracorpóreo.

A nova terapia é indicada para as seguintes lesões ortopédicas:

  • Tendinite Calcárea de ombro
  • Epicondilite de cotovelo
  • Fascite plantar com ou sem esporão de calcâneo
  • Tendinite posterior do calcâneo
  • Bursite trocantérica
  • Tendinite patelar
  • Retardo de consolidação de fraturas
  • Pseudoartroses (não união óssea)

A terapia de ondas de choque também tem sido utilizada para o tratamento de úlceras e feridas de difícil cicatrização.

Por se tratar de um tratamento não invasivo, o tempo de recuperação é mínimo e somente a área focada receberá a ação das Ondas de Choque.

O Tratamento por Ondas de Choque não provoca nenhuma reação adversa e pode ser administrada mais de uma vez se necessário.


Dor lombar e ciatalgia

Lombalgia é toda experiência dolorosa na coluna lombar (região da cintura) que pode variar de intensidade, desde um desconforto e pequena limitação, até a incapacitação temporária do paciente.

Ciatalgia é a experiência dolorosa nos membros inferiores e de origem na coluna, através do comprometimento dos nervos lombares e ou sacrais.

O paciente pode se queixar de dor na coluna e ter associado uma alteração de sensibilidade nos membros inferiores (sensação de choque, formigamento, queimação, agulhadas, câimbras, perda de sensibilidade) ou se queixar de dor na coluna e ter associado uma perda de controle muscular nos membros inferiores, bexiga ou intestino (dificuldade de movimentar os membros inferiores, dificuldade para andar, perda do controle da bexiga ou intestino).

Os nervos lombares e sacrais são responsáveis pelo controle das funções de força muscular, sensibilidade e reflexos dos membros inferiores e controle da bexiga e intestino (esfíncteres vesical e intestinal).

Há descrição de lombalgia e ciatalgia na Bíblia e escritas de Hipócrates.

Estima- se que 80% dos adultos terão dor na coluna, em alguma fase de sua vida.

Destes, 35% terão ciatalgia, e as recidivas estão presentes em 90% dos pacientes.

As crises de dor iniciam em pessoas jovens, em média aos 35 anos, diferente do conceito popular que relaciona a dor na coluna com pessoas mais velhas.

A dor na coluna é a causa mais comum de limitação das atividades, em pessoas mais novas que 45 anos de idade.

A prevalência na população mostra que 4,8% dos homens e 2,5% das mulheres mais velhos que 35 anos terão crise de ciatalgia. A média etária da primeira crise de ciatalgia é de 37 anos.

O paciente com dor lombar ou ciatalgia deve procurar um médico para iniciar uma avaliação clínica cuidadosa e seu tratamento correto.

Não se deve fazer tratamentos alternativos e nem tratamentos com pessoas sem formação médica. Não se deve iniciar tratamentos sem a correta avaliação do caso, isto inclui a avaliação médica, exames de radiografia, exames complementares de tomografia computadorizada, ressonância magnética, eletroneuromiografia, exames laboratoriais entre outros.

Os fatores de risco para a dor na coluna incluem: idade, desequilíbrio muscular (sedentarismo), fatores posturais, tabagismo, esforços físicos, fatores psicológicos (ansiedade, depressão, estresse), causas genéticas, infecções, doenças reumáticas, tumores, osteoporose entre outras doenças associadas.

As causas mais comuns de lombalgia são a má postura, esforços, sedentarismo, trauma, processos degenerativos dos ossos e das cartilagens.

As causas mais comuns de ciatalgia são as hérnias de disco (ruptura das cartilagens entre as vértebras) e os processos degenerativos das vértebras (os populares bicos de papagaio), que comprimem os nervos lombares ou sacrais causando dor lombar e irradiação para os membros inferiores.

Os objetivos do tratamento da dor na coluna e da ciatalgia são: o pronto retorno às funções normais, diminuir os prejuízos ao paciente e à sociedade (dias sem trabalhar, gasto com medicamentos), minimizar as chances de operações e usar estudos diagnósticos eficientes (não pedir exames em excesso ou desnecessários).

O tratamento da lombalgia e da ciatalgia inclui o uso de medicações anti-inflamatórias e analgésicas, infiltrações nos pontos dolorosos, infiltrações na coluna e nos nervos, repouso, fisioterapia, exercícios de reabilitação, uso de coletes, acupuntura e na falha de todas estas alternativas também é indicado a cirurgia.

É importante lembrar que apenas 1 a 2% dos casos de patologia de coluna tem indicação de cirurgia, a maioria dos casos são de tratamento conservador, ou seja, são tratados com medicamentos, repouso, fisioterapia, coletes, exercícios de reabilitação, acupuntura, cuidados posturais.

O paciente deve sempre ser informado sobre sua patologia, os tratamentos realizados, a evolução da doença , e decidir em conjunto com seu médico a melhor forma de tratamento. Quando indicado o tratamento cirúrgico deve ser informado como será a cirurgia, duração, uso de próteses, riscos, cuidados pós-operatórios, uso de coletes após a cirurgia, tempo de reabilitação e limitações que a cirurgia causará.

ENDEREÇO

Av. Balduíno Taques, 1599 (próximo ao Ginásio de Esportes Oscar Pereira)
Ponta Grossa - PR

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(42) 3225-2252

E-MAIL

clinica@clinicadefraturas.com cpfo@clinicadefraturas.com

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